sexta-feira, 10 de março de 2017

Reunimos esta semana com a Educação de Paulino Neves que concordou em corrigir o reajuste do salário dos professores

A reunião aconteceu na tarde de ontem entre o Sindicato e o Secretário de Educação de Paulino Neves, Lázaro Xavier, e uma tabela foi elaborada e, portanto, a correção dos reajustes do magistério será feito no próximo pagamento com ressarcimento, inclusive, do retroativo. 

Ficou acordado ainda que num momento posterior o governo vai elaborar uma proposta de construção do Plano de Carreira do Servidor de Paulino Neves e que será enviado antes da aprovação para o Sindicato discutir.

Os nossos pedidos (que não são de hoje) aos poucos estão sendo analisados pelo novo governo. Nossa luta é pelo nosso direito e valorização do servidor e se, por acaso, isso não ocorra estaremos prontos para cobrar.

VEJA A TABELA




quinta-feira, 9 de março de 2017

Movimento Mulheres em Ação foi um sucesso no Dia Internacional da Mulher, veja imagens da caminhada em Tutoia

Em nome da Associação AVA e do grupo Mulheres em Ação, queremos agradecer e parabenizar  a todas as Mulheres Guerreiras que foram as ruas de Tutoia ontem (8), comemorar o Dia Internacional da Mulher!


O objetivo do evento foi dar visibilidade a luta das mulheres pelo fim da violência domestica, por direitos iguais, por mais mulheres na política e nos espaços de poder, pela educação não machista, pelo empoderamento das mulheres!

#MulheresEmAção #MulheresNoComando #MulheresNoPoder

Vereadora Jamilza ao lado palestrante Crisales Canavieira em caminhada na Av. Paulino Neves
Dona Nilza, vereadora Jamilza Baquil, vice-prefeita Profª Elenice
Na foto: Professoras, doutoras, politicas e sociólogas
Drª Rosário Ramos (organizadora master)
Apoio Guarda Municipal de Tutoia
Realização: Mulheres em Ação

Parceria: 
Associação AVA;
Clínica Espaço Vida;
SINSPUTSAMPAN;
Lojas Sharlon;
Comercial TINO;
Armazém Paraíba;
Landry Móveis;
Corporella;
Comercial São Pedro;
Dança e Saúde;
Blog do Humberto Ruy;

Apoio: Polícias Civil, Militar e Guarda Municipal de Tutoia

Fonte: blog do Humberto Ruy

Santana do Maranhão: sindicato cobra e conquista reajuste e quinquênio dos professores e adicional noturno dos vigias

Durante todo o mês de fevereiro cobramos, realizamos assembleia geral e enviamos ofícios às Secretarias Municipais e conseguimos fazer o governo pagar os ajustes que antes não recebíamos.

Entendemos que ainda falta muito para ser ajustado em Santana do Maranhão e é por isso que continuamos na luta. 

Havia atrasos do pessoal da Secretaria de Saúde e na tarde de ontem o governo nos garantiu de pagar os salários.

Pedimos aos nossos sócios que se houver alguém com alguma pendência que nos informe para podermos cobrar. 

Contatos: sindicatoservidorestutoia@hotmail.com
Tel: (98) 3479-1232


Após cobranças do Sindicato vigias de Tutóia passam a receber os 25% de adicional noturno

Resultado de imagem para vigias



Hoje (09) estivemos reunidos com o financeiro da Secretaria de Educação de Tutóia e este nos informou que todos os vigias estão recebendo os 25% de adicional noturno que antes não recebiam. 

A cobrança vem sendo feita por este Sindicato desde o ano de 2014 (nessa nova gestão sindical), mas não havíamos recebido, ou, apenas estávamos recebendo 20%. 

A correção é uma conquista de nossas reivindicações e uma compreensão do grupo do governo em respeitar nossos direitos. 

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

TEMER APROVA REFORMA DO ENSINO MÉDIO

Na tentativa de impor uma pauta positiva diante do desgaste de imagem do governo federal, o presidente Michel Temer sancionou nesta quinta-feira (16) a reforma do ensino médio.
Imagem: Folha

Alvo de polêmica entre educadores e estudantes, a proposta da reforma prevê flexibilização das disciplinas e aumento da oferta de ensino em tempo integral. Em evento no Palácio do Planalto, o peemedebista afirmou que a mudança trata-se de um gesto de "coragem" e de "ousadia", já que, segundo ele, o tema tramitava há 20 anos no Congresso, sem que fosse implementado na prática.

Para ele, o debate sobre a proposta, que enfrentou resistências entre estudantes e professores, gerou uma "polêmica saudável", já que a "crítica gera aperfeiçoamento". "Nós vamos prosseguir com essa ousadia responsável e planejada, algo que possa ser compreendido pelo Congresso Nacional e pela sociedade civil", disse.
Em discurso, o ministro da Educação, Mendonça Filho, defendeu que a reforma do ensino médio é a "maior e mais importante" da área educacional do país nos últimos 20 anos. "É um passo extremamente relevante e a mais estruturada mudança nas educações pública e privada", disse.

Segundo o ministro, a previsão é que o novo modelo de ensino médio seja implementado até 2019 –inicialmente, o governo falava em ter as primeiras turmas já em 2018.

A mudança ocorre devido à necessidade de terminar as discussões, ainda neste ano, sobre a BNCC (Base Nacional Comum Curricular), documento que definirá quais os conteúdos obrigatórios para serem ensinados a todos os alunos do país.

"Como a base nacional curricular só estará concluída até 2017, não poderíamos exigir dos sistemas estaduais de educação a implementação plena a partir de 2018. Só em 2019 teremos a preparação necessária para que as propostas sejam implementadas com mais profundidade", afirmou.

NOVO ENSINO MÉDIO
A alteração no modelo de organização das disciplinas é um dos principais pontos da reforma do ensino médio. Pelo modelo atual, o estudante cursa 13 disciplinas obrigatórias nos três anos desta etapa de ensino.

Já o novo modelo estabelece que até 1.800 horas da carga horária total –o equivalente a 60% das 3.000 horas que devem ser alcançadas em cinco anos– seja destinada ao ensino de disciplinas obrigatórias a todos os alunos, definidas na base comum curricular. O restante ficará reservado ao aprofundamento em áreas específicas.

Nesses casos, o aluno poderá optar por uma entre cinco áreas: linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas e formação técnica e profissional.
A oferta dessas opções, bem como a distribuição dos conteúdos obrigatórios e de escolha do aluno, no entanto, dependerá da rede de ensino e das escolas.

Entre as disciplinas, português e matemática permanecem como obrigatórios em todos os anos, além de uma língua estrangeira, como inglês. Filosofia, sociologia, artes e educação física, antes obrigatórios e retirados na proposta inicial apresentada pelo governo, voltam a constar nessa etapa, mas com alterações, conforme texto da lei aprovado pelo Congresso.

O documento não cita filosofia e sociologia como disciplinas específicas, mas sim como "estudos e práticas" que devem fazer parte da base nacional comum curricular. Isso significa que esses estudos não ocorrerão necessariamente em disciplinas separadas ou em todos os três anos –caberá à base e às redes de ensino definir o modelo.

"É importante que se leve em consideração o que está escrito na lei. Ela incorporou o estudo de filosofia e sociologia, o que necessariamente não pode ser confundido com a disciplina de filosofia e sociologia que hoje está presente na grade curricular do ensino médio brasileiro. Você pode estudar isso em aula de história, por exemplo", disse o ministro.

Em uma tentativa de rebater críticas sobre a mudança, Mendonça disse ainda que "quem quiser estudar essas disciplinas não será impedido", já que as redes poderão ofertar os conteúdos também em áreas de aprofundamento, como ciências humanas.

Além dos conteúdos, o novo modelo do ensino médio também prevê um aumento da carga horária, que deverá passar de 800 horas para 1.400 horas anuais (o equivalente ao ensino integral).

A ampliação, porém, ocorrerá de forma gradual. A ideia é que, em cinco anos, as escolas atinjam até mil horas anuais –parâmetro já adotado por algumas escolas privadas e em alguns Estados, como São Paulo.

POLÊMICAS
aprovação da reforma do ensino médio foi marcada por polêmicas. A primeira delas foi ao fato da proposta ter sido apresentada, em setembro de 2016, no formato de medida provisória, o que gerou crítica entre especialistas, que alegaram tempo curto para discutir as mudanças.

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, chegou a dizer que a MP era inconstitucional e que havia completa "falta de urgência" da proposta.

O Ministério da Educação, porém, tem defendido que a alta evasão nessa etapa de ensino e baixos índices de desempenho dos estudantes nas avaliações do Ideb (índice de desenvolvimento de educação básica) mostram a urgência das mudanças.

"Não podíamos de forma alguma estender e postergar por mais um, três ou cinco anos algo que já é praticamente consensual no meio educacional brasileiro, a necessidade de mudanças", afirmou Mendonça Filho.

Outra polêmica ocorreu em relação à possibilidade de contratação de profissionais sem formação específica, mas com "notório saber" para dar aulas em cursos técnicos e profissionalizantes.

Segundo a secretária-executiva do MEC, Maria Helena de Castro, a pasta discute como dar maior apoio aos Estados e municípios para que estes possam auxiliar na formação dos docentes. 

Fonte: acesse o link da FOLHA
NATÁLIA CANCIAN
GUSTAVO URIBE
DE BRASÍLIA